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Sithdeath Silva Dos Santos

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Sith Death Darkness

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Sith Death Darkness
cidade da solidão "City of loneliness", City of darkness, Brazil
As criticas não me incomodam, Os elogios não me iludem, Vivo o presente, Temo o passado, foda - se o futuro.
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Sou coroa mortos e porta Eu sou uma senhora e dona de todos vocês e assim são cruéis, elas são tão fortes e resistentes Eu não parar suas paredes. Sou coroa mortos e porta Eu sou uma senhora e dona de todos vocês e foice na frente da minha cabeça, você terá de se curvar e de "morte obscura para subir. Você é o convidado de honra da dança que nós jogamos para você, instalação e rodada de dança foice rodada: em torno de uma dança e outra e você não é mais a senhora do tempo.

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O Credo do Vampiro





O Credo do Vampiro

Eu sou um Vampiro.
Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o único Deus que existe.
Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu honro meus instintos animais.
Eu exalto minha mente racional e não acredito que isso seja um desafio da razão.
Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a fantasia.
Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei mais forte.
Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem leis naturais através das quais eu posso fazer minha magia.
Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia, mas a magia é real e eu respeito e reconheço os resultados da minha magia.
Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo a morte como destruidora da vida.
Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e agora.
Eu sou um Vampiro.
Curve-se diante de mim.




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Código Sith

Código Sith A paz é uma mentira, só importa a emoção; Com a emoção, ganho força; Com a força, ganho poder; Com poder, ganho vitórias; Com as vitórias, as minhas correntes se rompem; A força libertar-me-á; Não há paz, há raiva; Não há medo, há poder; Não há morte, há imortalidade; Não há fraqueza, há o Lado Negro; Eu sou o Coração das Trevas; Eu não conheço o medo, mas o instigo nos meus inimigos; Eu sou o destruidor de mundos; Eu conheço o poder do Lado Negro; Eu sou o fogo do ódio; Todo o Universo se curva perante mim; Eu brindo às Trevas.
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Bem Vindos Nobres Almas!!.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011. Postado por Sith Death Darkness às quarta-feira, agosto 17, 2011


Fantasmas no Velho Mosteiro



Pelas ruas da pequena cidade

Vago distraído, olhando ao longe

As ruínas do mosteiro, o pôr-do-sol

Acho que vi, perto do poço, um monge...

Quando a noite vem

Silenciando nossos corações

Os fantasmas do velho mosteiro

Retomam seus trabalhos e orações

Alheios a tudo na cidade

Se fecharmos os olhos

Vamos ouvi-los orar

E a meia-noite, o velho sino tocar

Para além da morte e da eternidade

Quando amanhece, fica a melancolia

Antigos manuscritos

E flores ao redor das ruínas

Ainda guardam um pouco da magia

Willian Mota Simonetto


Imortal Abraço

O sangue que escorre é meu deleite... Vibrante...

A morte nos seus olhos... Fascinante...

Doce abraço que lhe dou... Meu presente...

Receba meu veneno... Vida ausente...

Minha doce criança então criada

Olha para mim tão fascinada

Com seu novo olhar sobre a vida

Alcançada por tão simples ferida...

Dança da morte, dancemos então...

Canto de agonia do coração

Festejamos o brilho da imortalidade

O sangue é brinde da gratuidade

Sua sede de sangue... Adoro ver

Fique calma, criança, meu pequeno ser...

Tomai tranquilamente a bebida vital...

Aproveite seu novo caminho imortal...

Beija-o com beijo tão envolvente...

Num abraço fraterno e demente

Demente tão quanto o sangue que escorre...

Parai! A ultima gota do que morre... morre...



Vittório Schivoleto
Mar de Chamas


Diante de meus olhos vejo um mar de chamas,
queimando todas as minhas esperanças.
Minha vida tornando-se negra, meu coração, sombrio.
Minha respiração para, meu sangue congela,
sinto minhas veias se quebrando.
Algo me puxando para o mar incendiado.
Não sei o que é.
Me sinto perdido.
Minha audição não funciona mais, somente minha visão.
Abaixo do oceano existe um lugar,
onde a escuridão é tão extrema que chega a ser densa.
Aprisionado em uma cela de chamas,
grito em misericordia,
sozinho naquele lugar assustador.
Em minha cela entram três feras com os olhos vermelhos.
Em seus olhos pude sentir o ódio que havia dentro delas.
Feras deformadas, magras e sem alma.
Como se fossem maltradas pelo seu mestre.
Escorado em um canto,
estremeço como um lobo solitário
no paraíso obscuro da noite.
Clamando por socorro.


Vitorio Janone
No Fim


O que fazer quando reflexos te abandonam e,
o escuro é o seu único refúgio?
O que vejo é apenas o nada, que, na verdade,
já não parece tão vazio.
Espelhos me dão medo, pois,
o que me mostram é apenas o começo
de algo camuflado, preso,
mas nunca adormecido.
Tudo está sem cor,
e cheira como carcaças,
medonhamente, podres.
Já não sinto o escorrer do sangue, queimando,
em manchas disformes,
o papel em branco, cravado,
dilacerando minha pele impura.
Algo grita em minha mente,
coisas insanas, perturbadoramente coerentes.
Meus olhos movimentam-se rápidos,
atrás de pálpebras, firmemente fechadas.
Caminhos regados a impiedosas dúvidas,
no fim, são apenas caminhos.
Profecias, afinal, apenas são escolhas.
Medos são apenas visões de nossa própria natureza.
E o fim... Desconhecido, provocante e irônico...
O fim,
Indiscutivelmente,
é apenas o início.


Vinicius Guimarães
Breve Ventura


Aqui jaz, arrastando saliva fresca
Alenta súdito
És soberano!
Senil, me volto
Sodomia declarada! Oh vento
Vis solipsista - eu e vós - solene e canoro
sobre meu jazigo neotérico

Vicejes essa meretriz virginal
Miserando a nascença morta
Relva que clama sepultura
Impulso na transgressão
Oscula e não defines o rumorejar

Morrerei na ventura em saberes que es findo!
Alvorada finória viestes
Honrosa!
menarquia suja eis de ser
Crendo no encantamento
Saciada de vivencia,
Breve morrerei!
Indo na vênia fulminada
Dileção entreabre gardênias
Tencionando que me ocultem!
fora de tudo...


Taynara Sangryaa
Floresta Obscura


Ó Floresta obscura,
À noite vago sem rumo pelos teus caminhos tortuosos
Seus odores, ruídos e penumbras disformes,
Me fazem sentir um tremendo choque sensorial,
Quero nos teus braços adormecer,
Mesmo em meio a vales tenebrosos,
Dominado pelo prazer,
Quero ficar contigo
Pedaço de submundo
Até o dia amanhecer.

Ó Floresta obscura,
Seus mistérios, escuridões e noites frias
Me envolvem como um lençol de bruma paradoxal,
Que aquece minh’alma gélida, inerte e pálida
Da frieza desse mundo injusto,
Cheio de nostalgia mergulho
Em um espaço tempo
Que nunca existiu,
Observo o céu
E vejo que a lua sucumbiu.

De repente meus olhos são ofuscados pela claridade do astro rei,
Seu calor, lucidez e dias quentes
Me fazem acordar de um sonho,
Que já foi realidade, pois,
O dia amanheceu
A noite faleceu,
E a floresta obscura desapareceu!

Ramon Ferreira


Encontro com ser solitário


Vou ao encontro de um ser
O lugar é num sepulcro fechado
Não sei o nome e nem a posição da esquife
E não tenho a chave do cadeado

Meu corpo machucado
Meus olhos escorrem lágrimas
Vivo em um quarto trancado
Mas não há motivos para lástimas

Acordo durante a noite
E vejo aquele ser
Ele me fala palavras doces
Na manhã seguinte quero morrer

Não entendo os motivos
Ele sempre me pede para ir visitar
Talvez ele queira que eu morra
Mais ainda vou parar lá

Não posso morrer agora
Ainda não cumpri o que vim fazer
Neste mundo tenho uma missão
Então, agora não posso morrer

Missão essa que ainda não descobri
Terei de sacrificar-lhe para saber
Depois disso vai me pedir
Não te preocupes, não vai doer

A noite no quarto ele diz calmamente
Encontre-me por lá
Não me esqueça
Nunca se vá


Rafaela Werneck




Amarga Recompensa


Seu chorar me alegra,
seu sofrimento me faz sorrir.

Seus momentos de felicidade
entristecem-me até a alma.

Você me privou de cada bom momento seu.
Seus sorrisos me fazem lembrar
de cada instante sem você.
Te odeio com a mesma força que um amei.

Descobri que há uma pequena distância
Do amor ao ódio
da paixão à morte.

Esperarei incansavelmente,
como o sol espera seu encontro eterno com a lua,
como a onda espera sua comunhão perpétua com a praia.
Esperarei você:
caminharemos juntos para o abismo,
no qual você me deixou.


Paulo Marcos Barros

Na Cabala


Seus ossos se inclinaram na Cabala,
Ao revirar os olhos do oprimente,
No percalço e na injúria irreverente,
— Por tocar a diabólica bengala.

Na bastarda união juramentada,
Nos tugúrios d’horror, gládios dementes;
Néscios na podridão concupiscente,
— Na soturna matilha envenenada...

Sucumbindo no escárnio das papoulas,
Onde o algoz prejulgou os vis meândricos,
Co’as lambanças errôneas dos pacholas...

Nos míseros rumores mitomânicos...
De versos dissolutos — co’as estolas...
— Nos vaporosos báratros satânicos!!


Paulo Costa


A lua e a solidão


Eu sei que estás a me vigiar...
Bela e tristonha no deslumbramento
E eu fico cismando no sentimento
Sob o teu fulgor a te namorar.

Eu sei, ó lua que ao peito ferve!
Que nas noites ao boêmio chama
E ao peregrino que a estrada ama
A sombra e o caminho lhe serve.
Sob tua luz canções já fizeram
E versos de pranto e alegria se ouviu!
E não haja quem nunca no céu se viu
Mistério maior que o que lhe deram.

E velas o passo o dormir e o amar
Dos que aos teus olhos estão;
Já que o pobre e o rico juntos irão
Sob o mesmo teto um dia sonhar.

Oh! Lua de noites mil radiante,
Encanto de serenidade radiosa,
Dá-me no porvir a paz gloriosa
Dá-me no olhar o brilho incessante.

Esperam todos e eu muito mais!
No arrebol da tarde que vem anunciar
E ao cantar dos grilos eu sei que estar
Pronta e onipotente a ouvir os meus ais.

Eu bem sei que estás a me vigiar!
Seja nas noites enluaradas...
Seja nas manhãs brumadas...
Seguindo-me como sombra o andar.

Eu sei que és triste como a separação
E neste enleio eu vos encontro
Ao nome perpetuo do desencontro
Chamado friamente de solidão.

És tu que repousas sempre comigo
Quando em minha amada almejo,
Quando na sina cruel eu me vejo,
És tu que estás no meu peito ferido.

Te escondes no íntimo de meu sorriso
Como a sensatez no intrépido,
E arrasta-te por entre o olhar tépido
Daqueles que em vão buscam o viso.

Tens na face a palidez da desventura!
E és muda como a quem adormece,
És lúgubre como flor que fenece!
No altar da vida por falta de ternura.

Mas, ah! Meu canto que na vida se perdeu,
Avulsa sombra do meu pensar...
Na tormenta tempestade do amar
Ouve por último o lamento o lamento meu.


Oziney Ferreira da Cruz




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